I can’t fly, but I CAN KICK YOUR ASS

04/02/2010 por JC

Trailer de Kick-Ass, provável filmaço inspirado no gibi homônimo escrito por Mark Millar e desenhado por John Romita Jr.. Ainda não li a HQ (ainda não foi publicada no Brasil), mas o filme promete.

Kick-Ass tem previsão de estreia no Brasil em 11 de junho. Para mim, já é um dos mais esperados do ano.

The CRANBERRIES em BH

01/02/2010 por JC

Depois dos shows em Rio de Janeiro (28/01) e São Paulo (29/01), os irlandeses do Cranberries vieram a Belo Horizonte ontem, dia 31, para a penúltima de suas apresentações em solo brasileiro – a última será em Porto Alegre, quarta-feira, 03 de fevereiro. É ótimo ver que a capital mineira, que geralmente fica de fora desses circuitos de (bons) shows internacionais no Brasil, está aos poucos ganhando maior participação e destaque.

O show de domingo foi realizado, como já é de praxe em eventos desse tipo (a.k.a. shows internacionais de médio porte), no Chevrolet Hall. Quem conhece o lugar já sabe o que esperar: ACÚSTICA HORRÍVEL e CALOR INSUPORTÁVEL. Mas as deficiências da casa não chegaram a comprometer a performance de Dolores O’Riordan, uma mamãe na casa dos quarenta anos que ainda mantém inabalável o seu carisma roqueiro de outrora.

Na companhia de seus insossos companheiros, O’Riordan canta, dança, pula, toca guitarra, anda de um lado para o outro com seu jeito maloqueiro e interage com o público com frases padrão, como “Belo Horizonte! Beautiful place, beautiful people!” e coisas do gênero.

O show foi bem previsível e burocrático, com a banda tocando praticamente todos os seus clássicos  que bombaram nas rádios nos anos 90. Apesar de algumas coisas mais obscuras, incluindo uma ou outra canção da carreira solo da vocalista, sucessos como “Linger”, “Zombie”, “Ode to My Family”, “I Can’t Be With You”, “Salvation”, “Animal Instinct” e “Dreams” marcaram presença. Não precisava de mais nada, precisava? (Para quem quiser conferir o setlist na íntegra, clique aqui.)

Embora não se trate de uma banda que desperte grande fanatismo ou devoção, o Cranberries tem o mérito de agradar a praticamente todo mundo, dos românticos aos roqueiros – passando, necessariamente, pelos roqueiros românticos. Graças a essa notória capacidade de agradar gregos e troianos, o grupo LOTOU o Chevrolet Hall (nunca vi tão cheio daquele jeito) com um público bem diversificado.

Ah, enfim, o show foi ótimo. Não é nada que vá marcar minha vida, mas, enquanto eu estava lá, não queria estar em outro lugar. E isso basta. Bastante relevante.

A seguir, algumas fotos que tirei com minha câmera doméstica f*didinha. Clique em cima delas se quiser visualizar em tamanho (um pouco) maior. Leia o resto deste post »

[Cover do bem, cover do mal] POKER FACE, Lady Gaga

30/01/2010 por JC

O Youtube está cheio de vídeos de pessoas “normais”, como você e eu, interpretando músicas de seus artistas favoritos. Eu também … bom, a essa altura você já deve ter decorado a introdução, né? Já é o TERCEIRO post da série, pô.

A proposta da seção “Cover do bem, cover do mal” é simples: mostrar aqui no IR, em periodicidade ainda não definida, vídeos garimpados da net de pseudoastros do pop mundial interpretando algumas músicas relevantes. Alguns interpretando BEM, outros bem MAL.

Com vocês, três interpretações audaciosas de Poker Face, da esquisita e moderninha Lady Gaga. Eu não gosto nem da cantora, nem da música, mas o fato é que ela rendeu umas covers no mínimo interessantes. Saca só:

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COVER DO BEM, por Molly

Essa eu garimpei do Coisas Geek de um Hobbit Inútil. Essa Molly é uma das moças mais simpáticas e carismáticas que vi nos últimos tempos, e a cover dela é ótima.

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COVER DO BEM, por Absent Elk

MUITO LEGAL essa versão, né? Embora seja uma cover mais profissa, que foge um pouco da nossa proposta “faça você mesmo”…

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COVER DO MAL, por Alyssa Bernal

Cara, ODEIO essas garotinhas chatas high school que se acham as próximas DIVAS e ficam inventando versões bonitinhas sandystyle para músicas que não têm NADA de bonitinhas. A cover acima é uma tentativa patética de transformar Lady Gaga em algo como Whitney Houston ou, sei lá, Kelly Clarkson ou quem quer que esteja na moda hoje em dia. Embora, justiça seja feita, a garotinha chata em questão cante deveras bem. Ainda assim, merece um belo TAPA NA ORELHA.

Se você é um dos “artistas” mostrados e quer seu(s) vídeo(s) FORA deste blog imediatamente, mande um email. If you’re one of the “artists” shown and want your video(s) OUT of this blog immediatly, send me an email.

[Cover do bem, cover do mal] THE ONE I LOVE, do R.E.M.

24/01/2010 por JC

O Youtube está cheio de vídeos de pessoas “normais”, como você e eu, interpretando músicas de seus artistas favoritos. Eu também sempre toco clássicos dos meus ídolos musicais no violão, mas só na segurança e aconchego do meu quarto, longe dos olhos e ouvidos do resto do mundo. Portanto, tenho mó admiração por esses caras que dão a cara a tapa e publicam suas covers no Youtube, para todo mundo poder ver e criticar.

A proposta da seção “Cover do bem, cover do mal” é simples: mostrar aqui no IR, em periodicidade ainda não definida, vídeos garimpados da net de pseudoastros do pop mundial interpretando algumas músicas relevantes. Alguns interpretando BEM, outros bem MAL. A bola da vez é a clássica The One I Love do R.E.M., essa banda tão sensacional que mora no meu coração.

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COVER DO BEM, por MrRolea

Nó, PERFEITA a cover do japa. Violão bem tocado, voz bonita e afinada. Não dá pra querer muito mais que isso de um vídeo homemade. Fiquei fã, sensacional. No canal dele do Youtube tem uma cover ótima de Iris, do Goo Goo Dolls, também [/ficadica].

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COVER DO BEM, por Calum MacDonald

Calum MacDonald pegou o espírito “faça você mesmo” da coisa e fez uma versão bem bacana para a música. O cara só tocou o violão e cantou, de forma simples e competente, sem firulas ou exageros.

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COVER DO MAL, por nokicevin

Tá, o cara toca direitinho e tem um violão bacana de doze cordas. O problema é essa voz tremida, esse vibrato forçado, essas desafinadas esporádicas. Quaaaaase boa.

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COVER DO MAL, por Candace (MILFniravnafan)

Putz, TÁ TUDO ERRADO. A garota canta mal, toca mal e ainda por cima é feia. Passe longe.

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Últimas leituras #5

20/01/2010 por JC

Mais um capítulo do meu diário de leitura altamente eclético. Neste mês, só quadrinhos.

Persépolis, da iraniana Marjane Satrapi (São Paulo: Companhia das Letras, 2007) é uma irresistível autobiografia narrada em quadrinhos. Oscilando constantemente ente o trágico e o cômico, a obra narra vários episódios da vida da autora, desde a infância num Irã arrasado por guerras e oprimido por regimes totalitários até a adolescência rebelde na Europa.

Considerando o fato de a autora ter sido criada por pais liberais num país oprimido pela ditadura e passado sua juventude sozinha na Áustria, até que ela teve uma vida bem normal – e até mesmo LEGAL, de vez em quando. Durante sua jornada, [ALERTA DE SPOILER] Marjane faz amigos, conversa com Deus, desafia o “sistema”, conhece as drogas, se apaixona, tem o coração partido, casa-se, separa-se, sonha com um futuro melhor [/ALERTA DE SPOILER]… enfim, VIVE. Uma vida normal, dentro do que o mundo dela pode oferecer.

Com forte conteúdo histórico e cultural, o livro tem o grande mérito de divertir e informar ao mesmo tempo, sem soar panfletário ou apelativo – apesar de a autora ter lá suas preferências políticas e ideológicas, e deixá-las bem claras para o leitor. Só não é perfeito porque fica meio chatinho no final, mas fazer o quê. Recomendadíssimo. Bastante relevante.

Retalhos, de Craig Thompson (São Paulo: Companhia das Letras, 2009), segue a mesma linha de Persépolis, no sentido de ser também uma autobiografia em quadrinhos dividida em capítulos. Só que com uma grande diferença: enquanto o segundo é baseado na vida pra lá de emocionante de Marjane Satrapi, com todas aquelas guerras, revoluções e viagens, o primeiro narra a história de um nerd caipira que teve uma vida pateticamente normal e sem graça. Mais sem graça até que a minha e a sua, só pra você ter uma ideia.

Craig Thompson nasceu numa cidadezinha do meio-oeste americano. Filho de pais conservadores e extremamente religiosos, Craig leva uma vida simples e bucólica. Tem um irmão. Sente-se deslocado na escola. Gosta de desenhar. Vive alguns conflitos internos em relação à sua família e sua religião. Lá pelas tantas, conhece Raina, o amor da sua vida.

É só isso. Parece inacreditável que o autor conseguiu preencher 580 páginas com uma história que pode ser resumida em quatro linhas.

Apesar disso, o livro é bem legal, com ótimos desenhos, passagens bonitas, personagens críveis e bem trabalhados e uma história bacana e bem contada, dentro de suas limitações. Na verdade, não fosse o fato de eu ter lido Persépolis logo depois de Retalhos, eu teria adorado este livro. O problema é que os dois são tão parecidos em alguns aspectos que, considerando-se que a obra de Marjane Satrapi foi publicada bem antes, não dá pra não considerar Thompson meio picareta.

Retalhos é muito bem feito e não deixa de ser uma boa leitura. Mas não espere aventuras ou fortes emoções. Relevante.

Sobre o “Sobre…” & afins

20/01/2010 por JC

Os mais antenados devem ter percebido que o IR teve uma singela alteração no layout da lateral direita. Mas bem singela MESMO, quase não dá pra perceber. Ainda assim, achei que a página inicial ficou mais legal e prática.

Para os eventuais novos visitantes (se houver algum), agora tem um link para uma página sobre o autor e o blog, didaticamente intitulada “Sobre…”. Deem uma olhada, se tiverem interesse. Abraços!

[Por onde anda?] THE STONE ROSES

14/01/2010 por JC

Em 2006, a respeitada (?) revista musical inglesa NME elegeu o primeiro disco do Stone Roses como O MELHOR DISCO DE TODOS OS TEMPOS. Noel Gallagher, (ex?) guitarrista do Oasis e figurinha conhecida  dos dois (ou três, contando comigo) visitantes regulares do IR, já afirmou publicamente que considera o álbum “perfeito”. Minha opinião não vale nada no mundo do showbiz, mas não posso deixar de expressá-la aqui: The Stone Roses pode não ser o melhor disco de todos, mas é (pelo menos) o segundo melhor disco de estreia de uma banda na história do rock’n'roll. IMHO.

“Mas”, você pergunta, “quem são esses caras? Stone Roses WHO?”.

Formação clássica (1987-1995), da esquerda para a direita: Reni (bateria), Ian Brown (voz), Mani (baixo) e John Squire (guitarra)

A banda como “conhecemos” foi fundada por John Squire e Ian Brown, dois jovens lokis de droguis que se conheciam desde os tempos de colégio e já tinham tocado juntos pelas baladinhas de Manchester. Em 1983, Brown substituiu o vocalista da The Waterfront, banda de Squire à época, e o nome do grupo acabou mudando para The Stone Roses em pouco tempo.

No início, a banda era formada por Ian Brown nos vocais, John Squire e Andy Couzens nas guitarras, Peter Garner no baixo e Alan “Reni” Wren na bateria. Com essa formação, lançou os singles “So Young/Tell me” e “Sally Cinnamon”, que obtiveram considerável sucesso no meio indie britânico da época. Couzens saiu da banda no fim de 1986 e em agosto de 1987 foi a vez de Garner, substituído no baixo por Gary “Mani” Mounfield – que, de acordo com Brown, mudou a pegada da banda de um dia pro outro.

Em 1989, lançaram o sensacional disco de estreia The Stone Roses pela gravadora Silverstone. Misturando rock’n'roll tradicional com  o pop dançante da música eletrônica, o álbum foi muito bem recebido por público e crítica. O quarteto conquistou uma legião de fãs com sua sonoridade inovadora e lançou moda na Inglaterra, encabeçando, ao lado de grupos de menor expressão como Happy Mondays e Charlatans UK, o movimento que ficou conhecido como Madchester.

O segundo disco sairia pela Geffen apenas em 1994 (CINCO anos após o primeiro), após uma longa batalha judicial com a antiga gravadora. Second Coming foi execrado pela maior parte da crítica e divide opiniões entre os fãs: tem gente que gosta, tem gente que odeia. Mas o mundo inteiro parece concordar numa coisa: é um álbum MUITO inferior ao primeiro. O Stone Roses passou a soar como uma banda completamente diferente, apresentando uma sonoridade muito mais pesada e sombria. Acho que é o que chamam por aí de “trair o movimento”.

O controverso Second Coming acabou sendo o último disco de inéditas do grupo. Reni deixou a banda em março de 1995. Foi seguido em abril de 1996 por John Squire, que descreveu sua saída como uma inevitável conclusão para o gradual distanciamento musical e social entre os membros da banda. Slash, ex-guitarrista poser do Guns N’Roses, ofereceu-se para assumir o posto de Squire, mas Ian Brown recusou a oferta.

O guitarrista prodígio foi substituído por Aziz Ibrahim (ex-Simply Red) por um tempo, mas Brown e Mani acabaram por dissolver a banda em outubro de 1996.

Embora tenham durado pouco tempo juntos, a importância dos Stone Roses para o rock britânico contemporâneo é enorme. A  influência da banda se faz sentir na sonoridade, no comportamento e até no guarda-roupas dos principais grupos de rock subsequentes, desde o britpop (movimento encabeçado por bandas como Oasis, Blur e The Verve nos anos 90) até os dias de hoje. Descobri a banda há pouco tempo, e, embora ela já tenha encerrado suas atividades há anos, para mim será sempre INDISCUTIVELMENTE relevante.

Tá, mas o grupo acabou em 1996. O que os caras fizeram desde então? Por onde andam?

Ian Brown embarcou numa carreira solo de sucesso – que eu, pessoalmente, acho uma droga. Já lançou seis discos, sendo o último, My Way, de 2009. Da última vez que ouvi falar dele, o cara tinha sido preso (embora solto sob fiança) por ter agredido a mulher, a modelo mexicana Fabiola Quiróz.

John Squire fundou o grupo The Seahorses em 1996 com alguns desconhecidos, lançando um disco em 1997. O grupo se separou em 1999. O guitarrista lançou ainda dois discos solo, em 2002 (Time changes everything, eleito “um dos piores álbuns de todos os tempos” pela crítica) e 2004 (Marshall’s House).

Em 2007, resolveu abandonar a música para se dedicar integralmente à pintura. O que não é de todo ruim, pois convenhamos: como cantor, Squire é um ótimo artista plástico.

Mani entrou para o Primal Scream após o fim do Stone Roses e faz umas participações especiais aqui e ali. Atualmente, está envolvido num projeto chamado Freebass (basicamente, uma banda com três baixistas) junto com Andy Rourke (ex-SMITHS!!!) e Peter Hook (ex-Joy Division/New Order). A banda prometeu lançar disco, mas até agora nada.

Reni formou uma bandinha chamada The Rub em 1999, na qual cantava e tocava guitarra (Dave Grohl feelings?). O grupo durou pouco e não teve nenhuma relevância. Pouco se sabe sobre ele desde então.

100 hits do Youtube em 4 minutos

10/01/2010 por JC

O título fala por si. Sensacional.

Não é porque eu tô sem assunto hoje (bom, talvez seja), eu REALMENTE achei o vídeo muito legal. E relevante.

[Em foco] AVATAR

05/01/2010 por JC

Então, eu finalmente assisti Avatar. De início eu nem estava muito interessado, mas o hype em cima do novo filme do diretor James Cameron foi TANTO que não deu pra conter a curiosidade.

Como você já deve saber, Avatar narra a história de Jake Sully (Sam Worthington), um ex-fuzileiro paraplégico a serviço do exército americano no projeto de colonização do planeta Pandora. O lugar – que é geográfica e biologicamente incrível – é habitado pelos Na’vi, uma raça de inteligentes caçadores que parecem panteras humanoides azuis de 3 metros de altura. E, na verdade, é isso mesmo que eles são.

Os americanos estão de olho num minério raríssimo e extremamente valioso localizado numa área ocupada pelos Na’vi, e nosso amigo Jake é incumbido de se infiltrar entre eles, ganhar a confiança dos caras e tentar convencê-los a sair de lá. Como? Fácil, transferindo sua mente para um corpo felino de 3 metros de altura criado geneticamente por gênios da ciência. Só que a coisa toda não flui de acordo com o plano: Jake se apaixona pela nativa Neytiri – a alienienígena mais gata (literalmente) que já vi na vida – e resolve debandar para o lado dos Na’vi na guerra que acaba se instaurando. Leia o resto deste post »

BORIS do alto de seu microfone, o mais baixo da escala do telejornalismo

05/01/2010 por JC

Vou ter que interromper nossa “programação normal” para exercer meu papel de cidadão e divulgar uma merda absurda que aconteceu há alguns dias na nossa TV brasileira. Sabe como é, preciso demonstrar minha indignação e propagá-la por aí antes que abafem o caso ou algo assim.

No Jornal da Band do dia 31/12, uma dupla de garis que desejou “feliz ano novo” aos telespectadores da emissora foi humilhada em rede nacional por Boris Casoy. O âncora não percebeu que o microfone estava aberto e proferiu as seguintes “pérolas”:

“Que merda… dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…”

No mínimo REVOLTANTE ouvir um absurdo desses da boca de um jornalista velho, ultrapassado e esclerosado “do alto de seu microfone”.

Do Yahoo! Notícias.